Análise Comportamental – Lobo, águia tubarão ou gato?

Análise Comportamental – Lobo, águia tubarão ou gato?

A Análise Comportamental tem se tornado a principal carta na manga dos líderes que buscam liderados que contribuam em sua gestão.

Olá, tudo bem?

Já pensou em redesignar as funções de sua empresa e melhorar sua produtividade e faturamento em níveis que nem imaginaria que fosse possível?

E se eu te dissesse que não precisa demitir nem contratar ninguém para isso? Basta saber em qual posição seu funcionário irá render melhor!

Ou então, caso esteja buscando contratar alguém, conhecê-la antes mesmo de possuir vivência é possível também!

Quer saber como? Então nos acompanhe até o final do conteúdo e deixe sua pergunta caso possuir alguma dúvida. Venha conhecer conosco a Análise Comportamental!

Leia!

O que é a Análise Comportamental?

Mas afinal, do que se trata a análise comportamental e no que ela pode ajudar você como líder a gerir seu grupo de colaboradores?

É muito comum que conforme os anos passem, novos métodos avaliativos surjam dentro da psicologia do trabalho.

Não somente, no trabalho, mas esses tipos de estudos analíticos servem para toda as áreas da vida.

Até mesmo para benefício próprio, isso porque qualquer pessoa pode ter acesso a um teste de análise comportamental e a partir dele procurar crescer para si.

Basicamente, trata-se de uma análise, como o próprio nome indica, de conduta de uma pessoa dentro da sociedade.

Essa sociedade pode ser ampla, ou pequena, como um núcleo pequeno de pessoas no trabalho.

O mais interessante disso é que essa análise comportamental irá lhe mostrar todos os seus pontos bons, e talvez algumas não virtudes que podem ser desconfortáveis a primeira vista.

Mas, com o tempo verá que é necessário trabalhar muitas delas.

Como é feita a Análise Comportamental?

Caso você seja um líder e queira trazer esse tipo de análise para seus liderados, vale a pena conhecer um pouco melhor sobre o assunto.

Ele pode se dar de duas maneiras e ambas funcionam através de respostas a uma pequena entrevista.

São perguntas concisas, que buscam estimular diversas áreas do cérebro, envolvendo sentimento e ação, gerando um resultado final.

Esse resultado final estará caracterizado através de figuras, essas que podem ser ruins ou boas.

“Você possui capacidade de trabalhar em grupo, mas precisa tomar cuidado para não querer passar por cima de seus colegas”.

Esse é apenas um pequeno exemplo.

A primeira forma é a que recomendamos, que busque um coach especializado em análises comportamentais ou então um psicólogo.

Mas, caso quiser fazer por conta própria, você encontra o teste gratuitamente na internet.

O Benefícios da Análise Comportamental

Com esse tipo de questionário montado, você consegue ver os perfis de funcionários que possui em seu quadro de liderados.

Muitas vezes, você está exigindo muita criação de alguém que é ótimo seguindo ordens e sendo sistemático.

Ou então está cortando as asas de alguém que poderia estar subindo os números da empresa, porque essa pessoa criativa está apenas seguindo protocolos.

Além disso, é essencial fazer esse tipo de análise na contratação de novos colaboradores.

Isso porque, dessa forma, conseguirá ver se o candidato oferece riscos a sua equipe que pode estar muito boa.

Ou então, descobrir alguém que possui um senso de união tão bom que irá lhe ajudar a renovar o espírito de gestão colaborativa em sua equipe.

Perfis Comportamentais

Logo após o seu liderado terminar de responder o questionário, aparecerão os dados referentes aos sentimentos e ações do mesmo de acordo com as perguntas.

Ele será classificado em 4 perfis, separados em porcentagens.

Estão separados em nomes de animais, são eles: gato, águia, lobo e tubarão. Todos eles possuem suas virtudes e defeitos.

Não se engane, o tubarão pode ser ruim, mas sem o senso de ação dele nada funciona em uma equipe.

Conheça um pouco melhor sobre cada um deles:

Lobo – Analítico

Analisa, quantifica, é lógico, é crítico, é realista, gosta de números, entende de dinheiro, sabe como as coisas funcionam.

Gosta de trabalhar sozinho, realizar, analisar dados, lidar com aspectos financeiros, montar as coisas, fazer algo funcionar, resolver problemas difíceis.

Pontos fortes: Pensar em longo prazo e cumprir com regras e responsabilidade;
Pontos a melhorar: Dificuldade de se adaptar às mudanças pode impedir o progresso.

Tubarão – Controlador

Em geral: toma providências, estabelece procedimentos, é confiável, organiza, é arrumado, pontual, planeja.

Gosta de cumprir o cronograma, construir coisas, estar no controle, de ambiente organizado, fazer tarefas burocráticas, colocar ordem nas ações, planejar, estabilizar, administrar.

Pontos fortes: Fazer com que os processos ou projetos aconteçam e conseguir parar com a burocracia;
Pontos a melhorar: Relacionamento complicado e fazer do jeito mais fácil.

Águia – Visionário

De forma geral: tem insights, imagina, especula, corre riscos, é impetuoso, quebra regras, gosta de surpresas, percebe oportunidades.

Gosta de se arriscar, inventar soluções, desenvolver uma visão, fazer projetos, causar mudanças, fazer experiências, vender ideias, ter muito espaço, lidar com o futuro, enxerga o fim desde o começo, é visual.

  • Pontos fortes: Provocar mudanças radicais e antecipar o futuro;
  • Pontos a melhorar: Falta de atenção para o presente, impaciência e rebeldia.

Gato – Sentimental

De forma geral: é curioso, brinca, é sensível com os outros, gosta de ensinar, toca muito nas pessoas, gosta de apoiar, é expressivo, emocional, fala muito.

Gosta de conseguir que os outros trabalhem bem juntos, de resolver questões de clientes, expressar ideias, desenvolver relacionamentos, fazer parte de uma equipe, convencer as pessoas, perceber o ambiente.

Pontos fortes: Trabalhar em equipe e comunicação aberta;;
Pontos a melhorar: Esconder conflitos e manipular através dos sentimentos.

E então, o que achou dos testes de análise comportamental? Vai aderir na sua empresa para reformular as posições de seus liderados na equipe?

Ou então utilizará esse método como nova forma de análise de candidatos para novas admissões?

Ficou alguma dúvida em relação ao conteúdo que trouxemos hoje? Conte a nós, comente abaixo!

Até a próxima!

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Como fazer que seu chefe invista em você!

Como fazer que seu chefe invista em você!

Como fazer que seu chefe invista em você?

Sua empresa não quer pagar treinamentos ou cursos para você? Leia esse texto para saber como fazer seu que seu chefe invista em você.

Ultimamente tenho visitado algumas empresas e devido a atual crise vejo muitos colaboradores reclamando que a empresa não quer pagar nenhum curso de aprimoramento, inglês, faculdade ou pós-graduação.

É muito comum que empresas paguem cursos e treinamentos para seus colaboradores, porém provavelmente isso não acontecerá se você não der o primeiro passo e pedir para seu chefe. Para isso, siga os importantes passos abaixo:

Escolha um curso ou treinamento que seja tão importante para você quanto para a empresa

Há algum tempo atrás ouvi um coordenador de RH, formado em psicologia, reclamando que a empresa não quis pagar parte de sua pós-graduação. Quando perguntei qual era o curso que ele havia escolhido, ouvi a seguinte resposta: “Psicopedagogia”

O site guia do estudante define:

O psicopedagogo estuda os processos de aprendizagem de crianças, adolescentes e adultos. Ele identifica as dificuldades e os transtornos que interferem na assimilação do conteúdo, fazendo uso de conhecimentos da psicologia e da antropologia para analisar o comportamento do aluno.

Entenda e aceite que nenhuma empresa é uma instituição de caridade! Se o curso que você está pleiteando não tiver ligação com o que você faz dentro da empresa, comece a preparar o bolso para pagar por ele integralmente.

Pesquise opções de preço e resultado

Antes de pedir para seu chefe, faça uma pesquisa sobre o curso desejado e dê duas a quatro opções de curso para que ele possa tomar uma decisão. Assim você também se mostrará muito mais interessado e mais eficiente ao fazer isso.

Não tenha medo de incluir cursos mais caros de escolas de renome e qualidade. Se o benefício recebido compensar os investimentos, a empresa optará pelo curso de maior preço e qualidade.

Analise o Custo x Benefício

Ninguém irá investir em você se não conseguir enxergar o real retorno que poderá obter. Se puder quantificar melhor ainda. Veja como exemplo uma empresa de usinagem que possui tornos comuns e tornos com programação CNC feita por computador.

Você opera a máquina comum e seu colega de trabalho opera a máquina informatizada. Sua meta é fazer com que a empresa qualifique você como operador desta máquina investindo em um curso que custa 5 mil reais.

Em algum momento, este seu colega irá ficar 30 dias sem trabalhar, devido as férias. Se a máquina fica parada durante este tempo que ele estiver fora e ela produz uma receita de 500 reais por dia.

Você irá argumentar ao seu superior que em apenas 10 dias, a empresa recuperará o investimento. Ou melhor ainda, dirá que em 1 mês operando a máquina, você trará um lucro de 10 mil reais para ela.

Assuma responsabilidades para que seu chefe invista em você!

Nenhum gestor gosta de investir em seu funcionário e vê-lo faltando as aulas. Prometa que irá levar o curso a sério e cumpra o prometido. Faça o máximo para garantir boas notas. Consequentemente, com que seu chefe invista em você!

Ele deve enxergar que você pretende seguir carreira na empresa, faça-o entender que você vale o investimento.

Se você não conseguir suprir as expectativas, o tiro pode sair pela culatra e a empresa nunca mais irá gastar um centavo com você e poderá demiti-lo eventualmente.

Nenhuma empresa negará ajuda se você conseguir provar que realmente a fará ganhar dinheiro. Todas empresas estão dispostas a ganhar mais dinheiro, se você conseguir entender esse conceito, conseguirá fazer o que quiser

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As lições de Cláudio Galeazzi, perito em salvar empresas

As lições de Cláudio Galeazzi, perito em salvar empresas

Responsável por algumas das maiores reestruturações do país, como GPA e BRF, consultor fala sobre liderança, gestão e a perpetuidade dos negócios

São Paulo – Por onde começar a reestruturar uma grande empresa para que ela volte a crescer? Claudio Galeazzi, ícone das reestruturações no Brasil, responde sem pestanejar:

“Sabe aquele funcionário insubstituível, que sabe tudo sobre a história, os números e os valores da companhia? Pois é ele o primeiro a ser cortado”, disse ele, durante o HSM Expo 2016, que acontece em São Paulo.Em sua opinião, os insubstituíveis são os que, com tanto conhecimento, poderiam ter feito alguma coisa para salvar o negócio e não o fizeram por falta de competência ou por apego.

“Muitas vezes é difícil reconhecer que o que fazíamos e dava certo no passado, hoje já não funciona mais”, afirmou ele. “O duro é quando o insubstituível é o fundador”, brincou.

Depois de identificar – e demitir essas pessoas – o próximo passo é buscar os líderes da empresa. Não são diretores ou gestores, nem os que mais produzem.

“São aqueles com carisma e liderança que, quando compram a ideia do turnaround, são como religiosos convertidos, capazes de entenderem todo o plano e engajarem toda a equipe a acreditar na empresa de novo”, explicou.

Geralmente, conta Galeazzi, os melhores líderes e, principalmente, a mudança de postura frente aos desafios surgem do segundo escalão das companhias e não da gerencia e diretoria.

“As pessoas que estão ali sabem dos problemas cotidianos, apesar de não saberem como resolver ou não terem coragem de dar a opinião sobre as mudanças necessárias”, contou ele.

Para o consultor, quanto mais alto o nível hierárquico em uma empresa, maior o medo do novo, do desconhecido. “O que é um problema para um negócio que precisa se renovar”, garantiu.

Nunca linear

Galeazzi ganhou o “carinhoso” apelido de Mãos de Tesoura depois de trabalhar no turnaround do Grupo Pão de Açúcar, em 2008, quando a varejista cortou muitas pessoas como parte de sua reestruturação.

“Naquela época, quase apanhei do Abilio Diniz e de alguns diretores por reduzir o capex em R$ 700 milhões, com grandes cortes de gente e custos, para investir em abertura de lojas, aumento de estoque e alongar a dívida”, contou ele.

No fim, deu certo. A rede conseguiu mercado em um momento complicado para a concorrência e a economia.

Para ele, esse é um bom exemplo de como as empresas precisam prever crises mesmo que sejam em horizontes distantes. “A vida empresarial nunca é linear”, comentou.

Outra regra de ouro, segundo Galeazzi, é sempre estar atento aos sinais de que a empresa vai mal.

Queda nas vendas, aumento de estoque, dívida, custos e despesas são os mais óbvios.

“Me surpreende que muitas companhias sabem que vão mal, mas preferem arranjar justificativas válidas, como colocar a culpa no tempo, na crise, no governo”, afirmou ele. “Isso é mais fácil do que assumir que não souberam ou não quiseram resolver seus problemas”.

A visão da empresa tem um papel importante na estratégia, mas nunca pode se sobrepor ao negócio em si, defende Galeazzi.

“Não existe cultura que resista a três tapas bem dados”, disse ele. “Não acredito que ela prevaleça em uma empresa em declínio”.

Como exemplo, o consultor citou a BRF, a gigante do setor de alimentos que ele comandou por um bom tempo. Fusão entre a Perdigão e Sadia, a empresa determinava o que era para ser produzido, de qual jeito e com qual preço, de acordo com o setor em que atuava.

“Tivemos de reverter isso rapidamente, porque o mercado quem define são os consumidores”, afirmou ele.

As estratégias, então, passaram a serem desenhadas pelas áreas de marketing, pesquisa e consumo – e a BRF voltou a liderar o setor.

Ego e escolha

Antes de abrir sua consultoria de reestruturação, há mais de vinte anos, Galeazzi atuou como executivo e presidente de multinacionais.

Quase viu seu negócio ruir antes de começar a estudar profundamente como dar uma guinada novamente. “Aprendi na prática”, diz ele.

Além de saber exatamente o que sugerir para as empresas que o procuram para pedir ajuda, o consultor conta que o desafio é também o de lidar com o ego dos empresários.

“A vaidade deles é alta e justificável porque, em grande parte, construíram suas empresas do nada e passaram por muitos percalços, o que lhes dá a sensação de invencibilidade”, disse.

A dificuldade dessas pessoas está em aceitar ideias diferentes e vindas de alguém de fora, naquele momento delicado por qual estão passando.

“A mudança só é possível quando existe neles uma real vontade de resolver”, conta.

Para ele, os empresários que vivem de um passado bem sucedido – e um presente incerto – têm de aceitar ajuda. “É preciso se atualizar e também saber das suas limitações como dono ou presidente de um grande negócio” afirma.

O ego também pode atrapalhar as grandes companhias na busca de um líder dentro delas – em especial, nas familiares.

“O erro de empresas familiares é que muitas vezes o DNA do empreendedor fundador não é transmitido aos herdeiros”, afirma.

Na opinião de Galeazzi, o ideal é promover pessoas que já estão na corporação e são bem preparadas, com mentalidade aberta. “Mas, se a escolha for ruim, seja ágil”, alertou.

Ninguém é tão bom

A premissa de entrar mudo e sair calado de reuniões é adotada há anos pelo consultor que orienta os presidentes das empresas que atende a fazer o mesmo.

A vontade de muitos executivos em contribuir com reuniões estratégicas acaba por fazer com que poucos consigam concluir ideias do começo ao fim, disse Galeazzi.

Além do que, saber que não se sabe de nada é uma lição e tanto, ele garante.

“Um CEO que pensa saber todas as respostas, está ou estará com um negócio em crise”, afirmou. “Por mais que você pense ser bom, te asseguro, você não é”.

A capacidade de renovação foi o que motivou GE e Apple, por exemplo, a seguirem em frente, se modernizarem, argumentou o consultor. A falta dessa habilidade foi o que fez grandes negócios do país, como Mappin e Mesbla, desaparecem.

“Reconhecer suas limitações é importantíssimo para a superação”, afirmou ele. “Saber se transformar é essencial para a vida de qualquer gestor”.

Fonte: Revista Exame.com

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Artigo revela que um chefe ruim pode adoecer os funcionários

Artigo revela que um chefe ruim pode adoecer os funcionários

Para cerca de 75% das pessoas, o chefe é a maior causa de estresse no trabalho

O médico, escritor e Influencer Travis Bradberry publicou um artigo aqui no LinkedIn que aponta que um chefe ruim pode fazer tão mal para a saúde dos funcionários quanto fumar passivamente. E o pior, quanto mais tempo uma pessoa passar trabalhando para alguém que a deixa infeliz, maiores serão os danos para sua saúde mental e física.

Dados da Associação de Psicologia dos Estados Unidos, publicados no artigo da revista Quartz revelam que 75% dos trabalhadores americanos consideram seu chefe a maior razão de estresse no trabalho. Contudo, 59% dessas pessoas não largariam o emprego, mesmo infelizes.

Os dados mostram que as pessoas arrumam uma maneira de se conformar com seus empregos, e isso faz com que a decisão de pedir demissão e sair em busca por um ambiente de trabalho mais saudável seja ainda mais postergada.

Faz mais mal que cigarro

Muito impressionante também em relação a este assunto são as descobertas de pesquisadores da Harvard Business School e da Universidade de Stanford, ambas nos Estados Unidos.

Os pesquisadores reuniram dados provenientes de mais de 200 estudos, e chegaram a conclusão que estresses simples e cotidianos no trabalho podem fazer tão mal a saúde como a exposição a quantidades consideráveis de fumaça do cigarro de outras pessoas.

A razão número 1 causadora de estresse no trabalho, o medo de ser mandado embora, pode aumentar em até 50% os riscos de problemas de saúde. Já um cargo que exige do funcionário mais do que ela/ele pode oferecer aumenta em 35% o risco para a saúde.

O que fazer em caso de problemas com seu chefe

Em muitos casos, os problemas com os superiores podem ser meramente caso de afinidade. Existem, contudo, muitos chefes realmente ruins por aí. Mas como saber em qual situação você se encaixa?

Um chefe ruim é verbalmente agressivo, narcisista e pode até se tornar violento. Frases típicas dos chefes ruins são: “Aqui nada funciona se eu não estiver por perto!”, “Nós sempre fizemos assim!” ou “Agradeça que você tem um emprego.”

Claro que não é fácil para ninguém largar o emprego e começar tudo de novo, mas a motivação para trabalhar de quem se encontra em uma situação dessas desaparece totalmente. Existem, contudo, algumas dicas para sobreviver essa fase de crise profissional:

  1. Faça uma lista de tarefas e objetivos para o seu dia de trabalho. Cada vez que completar algum item da lista, risque-os da lista. A sensação de ter conseguido realizar alguma coisa, mesmo em um ambiente hostil, vai te ajudar a seguir em frente.
  2. Desligue-se nos finais de semana. Não cheque emails, nem mensagens do trabalho. Passar um tempo sem pensar no trabalho pode te ajudar a recarregar as baterias.

 

Escrito por Ana Colombia | Jornalista

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